Resistividade
do Solo

Medição de resistividade do solo pelo método de Wenner, estratificação e laudo técnico para dimensionamento de aterramento em subestações e usinas fotovoltaicas.

Dados reais de campo

Medições com equipamento calibrado pelo INMETRO e método normalizado de Wenner.

Estratificação do solo

Modelo de estratificação em duas camadas para projeto preciso da malha de aterramento.

Conformidade normativa

Laudo emitido conforme NBR 7117 e IEEE 81, aceito por concessionárias e seguradoras.

Engenheiro habilitado

Responsabilidade técnica com ART registrada no CREA para cada serviço prestado.

O que é a medição
de resistividade do solo?

A medição de resistividade do solo é o ensaio de campo que determina a resistência elétrica do terreno em diferentes profundidades, fornecendo os dados essenciais para o dimensionamento correto da malha de aterramento de subestações, usinas fotovoltaicas e plantas industriais.

O ensaio utiliza o método de Wenner, com eletrodos distribuídos na superfície em diferentes espaçamentos, gerando um perfil de resistividade que permite a estratificação do solo em camadas. Com esse modelo, o projetista dimensiona eletrodos, hastes e cabos da malha de forma confiável, evitando superdimensionamento ou, pior, aterramentos insuficientes que comprometem a segurança e a conformidade normativa.

O resultado é um laudo técnico com perfil de resistividade, curvas de estratificação e recomendações para o projeto de aterramento, emitido por engenheiro com ART registrada no CREA. Atendemos subestações, usinas fotovoltaicas e plantas industriais em todo o Brasil.

Ensaio de resistividade do solo pelo método de Wenner para usina fotovoltaica

O que está incluído no serviço

Medições de resistividade

Ensaio de campo com equipamento calibrado pelo método de Wenner em múltiplos espaçamentos e direções.

Curvas de resistividade

Gráficos de resistividade aparente por espaçamento para análise do comportamento do terreno.

Estratificação do solo

Modelo em duas camadas com resistividades e espessuras para uso direto no software de projeto de aterramento.

Laudo técnico completo

Relatório com metodologia, dados de campo, análise e recomendações para o dimensionamento da malha.

ART registrada no CREA

Anotação de Responsabilidade Técnica emitida e registrada para validade legal do laudo.

Atendimento nacional

Deslocamento até o local do ensaio em qualquer estado do Brasil, com logística planejada para obras em fase de implantação.

Quando contratar?

  • Antes do projeto de aterramento de subestações de média e alta tensão
  • Na fase de implantação de usinas fotovoltaicas (UFV)
  • Para dimensionamento de malha de aterramento de plantas industriais
  • Quando houver variação significativa do terreno na área do projeto
  • Por exigência da concessionária para aprovação da ligação em MT
  • Por exigência de seguradora ou norma aplicável ao empreendimento

Referências normativas

Ensaio e laudo emitidos conforme:

  • ABNT NBR 7117 — Medição de resistividade do solo
  • IEEE 81 — Guia para medição de resistividade do solo
  • ABNT NBR 5410 — Instalações elétricas de baixa tensão
  • ABNT NBR 14039 — Instalações elétricas de média tensão

Como é feito o serviço

Planejamento

Análise da planta da área, definição das linhas de medição e espaçamentos conforme a NBR 7117.

Ensaio de campo

Medições de resistividade pelo método de Wenner com equipamento calibrado e certificado pelo INMETRO.

Tratamento dos dados

Geração das curvas de resistividade aparente e cálculo do modelo de estratificação em duas camadas.

Análise técnica

Interpretação dos resultados, identificação de variações do terreno e recomendações para o projeto.

Entrega e assinatura

Laudo técnico com curvas, estratificação, ART registrada no CREA e assinatura do engenheiro responsável.

Precisa de ensaio de resistividade?

Atendemos subestações, usinas fotovoltaicas e plantas industriais em todo o Brasil. Laudo com ART no prazo.

Por que o aterramento elétrico falha com o tempo

O sistema de aterramento elétrico não é permanente — ele se degrada ao longo do tempo por fatores que muitas vezes passam despercebidos:

Corrosão das hastes de aterramento

Hastes de aço cobreado enterradas em solos ácidos ou com alta umidade perdem a camada de cobre e oxidam, aumentando progressivamente a resistência de aterramento. Em solos argilosos úmidos, esse processo pode ocorrer em menos de 5 anos.

Ressecamento do solo

Em períodos de seca prolongada, a resistividade do solo aumenta significativamente, elevando a resistência de aterramento mesmo em sistemas bem dimensionados. O laudo periódico permite identificar essa variação sazonal.

Rompimento de conexões

Vibrações mecânicas, movimentação do solo e dilatação térmica podem soltar conexões entre cabos de terra e hastes ou barramentos de equipotencialização, criando falhas de continuidade que não são visíveis sem medição.

Reformas e ampliações não registradas

Obras que alteram a malha de aterramento sem atualização do projeto e sem nova medição podem comprometer a efetividade do sistema sem que o responsável perceba.

Valores de resistência exigidos pelas normas

A ABNT NBR 7117 e a NBR 5419 estabelecem limites de resistência de aterramento que variam conforme a aplicação:

AplicaçãoResistência máxima admissível
Aterramento geral de instalações prediais≤ 10 Ω (recomendado)
Aterramento de sistemas de SPDA≤ 10 Ω (NBR 5419)
Aterramento de equipamentos de TI e dados≤ 1 Ω (recomendado)
Aterramento de subestações (MT)Conforme estudo de curto-circuito
Aterramento de tanques e vasos de pressão≤ 10 Ω (NR-13)

O laudo de aterramento da FELP inclui a medição de resistência, a comparação com os valores normativos aplicáveis e o diagnóstico técnico com recomendações de adequação quando necessário.

Periodicidade recomendada para o laudo de aterramento

A NBR 5410 recomenda a verificação periódica das instalações elétricas, incluindo o sistema de aterramento. As periodicidades práticas recomendadas são:

Edificações residenciais e comerciais

A cada 5 anos ou após qualquer reforma elétrica significativa.

Indústrias e ambientes de trabalho

A cada 2 anos, ou conforme o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) exigirem.

Data centers e ambientes com equipamentos sensíveis

Anualmente, dada a criticidade das cargas e a sensibilidade dos equipamentos a variações no sistema de aterramento.

Após eventos climáticos severos

Descargas atmosféricas próximas, enchentes e movimentações de solo devem ser seguidas de inspeção e medição do sistema de aterramento.

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